Nos últimos três meses, Maringá confirmou 31 casos de dengue, com apenas duas confirmações no último mês. Desde janeiro, o total de ocorrências chega a 175, representando uma redução de 81,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 4.134 casos.
A queda significativa nos números é atribuída a diversas ações de prevenção implementadas pela Prefeitura, como a instalação de armadilhas conhecidas como ovitrampas e as Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs). Também foi realizada a Borrifação Residual Intra Domiciliar (BRI), que cria uma barreira protetora contra o mosquito Aedes aegypti.
Os boletins epidemiológicos indicam que, nas últimas 13 semanas, Maringá registrou um máximo de dez casos por semana, com seis semanas sem novas confirmações. A BRI foi aplicada em locais de grande fluxo, como escolas e unidades de saúde, e o inseticida permanece ativo por até seis meses.
A instalação de 2.383 armadilhas inteligentes EDLs em toda a cidade tem contribuído para a eliminação das larvas do mosquito. Além disso, a Secretaria de Saúde realiza vistorias quinzenais e monitoramento com 1,2 mil armadilhas ovitrampas, além de ações educativas nas escolas.
O secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi, enfatiza a importância da colaboração da população na prevenção da dengue. “Precisamos que os moradores evitem o acúmulo de água em suas residências, onde ainda encontramos a maioria dos focos do mosquito”, alerta.
Denúncias sobre focos de dengue podem ser feitas pelo telefone da Ouvidoria do município, 156, ou pela Ouvidoria da Saúde, 160, além do site da Ouvidoria da Prefeitura.
