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domingo, 30 de agosto de 2026
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Prefeitura de Apucarana promove encontro sobre transtorno de jogos e apoio da saúde mental

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Prefeitura de Apucarana promove encontro sobre transtorno de jogos e apoio da saúde mental
Prefeitura de Apucarana promove encontro sobre transtorno de jogos e apoio da saúde mental

Na noite de 19 de agosto, a partir das 18h30, a Prefeitura de Apucarana realizará um encontro aberto ao público na sede do CAPS AD (Rua Jamil Soni, 174, bairro 28 de Janeiro) para discutir o transtorno de jogos e a importância do cuidado em rede.

O prefeito Rodolfo Mota ressaltou que a iniciativa, liderada pelos profissionais da rede pública de Saúde Mental, busca ampliar a informação, a conscientização e o diálogo sobre os impactos do uso problemático de jogos. “A perda do controle do hábito de jogar, o popular vício em jogos, causa impactos profundos não apenas na vida de quem enfrenta esse problema, mas também em toda a família e nas pessoas que estão ao seu redor. É uma condição médica que precisa ser reconhecida e tratada”, afirmou.

Ele enfatizou que o reconhecimento precoce aumenta as chances de interromper o ciclo vicioso e reconstruir a vida. “Da mesma forma, quem está ao lado precisa deixar o preconceito de lado, acolher, ouvir e oferecer apoio para que essa busca aconteça. Esse encontro promovido pelos profissionais é um primeiro grande passo: um espaço para informação, diálogo e, principalmente, para mostrar que ninguém precisa enfrentar esse problema sozinho”, convidou Rodolfo Mota.

O transtorno do jogo, também chamado de ludopatia ou jogo patológico, é caracterizado por dependência comportamental que afeta o sistema de recompensa do cérebro, podendo envolver jogos de azar ou videogames. Os sinais principais incluem falta de controle, prioridade excessiva ao jogo e persistência apesar de consequências negativas. A coordenadora do CAPS AD, enfermeira Jackeline Lourenço Aristides, explicou que o evento visa toda a sociedade. “Queremos levar informação para quem já enfrenta o problema, para os familiares e também para quem ainda não sabe onde buscar ajuda. Vamos abordar as formas de cuidado disponíveis, os canais de orientação e os serviços da rede de saúde que podem acolher essas pessoas. O mais importante é que a pessoa ou a família não fique sem saber a quem recorrer. Informação, acolhimento e orientação são fundamentais para que o cuidado aconteça o quanto antes”, declarou.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento gratuito, com tratamento terapêutico e psiquiátrico. “Nosso encontro do dia 19 de agosto tem como local o CAPS AD, contudo, as pessoas que precisarem de atendimento, exclusivo do transtorno do jogo, terão acolhimento junto às unidades básicas de saúde (UBS’s) ou no ambulatório do Cisvir”, completou Jackeline.

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