GUARAPUAVA
domingo, 30 de agosto de 2026
GUARAPUAVA
Postado emGuarapuava, Tecnologia

Projeto Cerejeiras une inclusão e tecnologia em atividade com alunos da APAE Rural

Projeto Cerejeiras une inclusão e tecnologia em atividade com alunos da APAE Rural
Projeto Cerejeiras une inclusão e tecnologia em atividade com alunos da APAE Rural
Publicidade

A Prefeitura de Guarapuava, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, promoveu nesta quinta-feira (30) o encerramento do Projeto Cerejeiras, desenvolvido pela APAE Rural Escola Anne Sullivan. A ação reuniu 21 alunos da instituição em uma tarde de experiências imersivas e oficinas com impressão e desenho em 3D, na sede da secretaria.

A visita integrou as atividades do projeto Agrinho, que neste ano tem como tema “Florescendo com a Diversidade”. A proposta utiliza as cerejeiras como elemento central para trabalhar conteúdos de forma interdisciplinar, envolvendo disciplinas como Ciências, História, Geografia e Língua Portuguesa, além de valorizar a diversidade dos estudantes atendidos pela instituição.

Durante a programação, os participantes vivenciaram uma experiência imersiva com óculos de realidade virtual, conhecendo os tradicionais jardins japoneses e a cultura do Sakura, período em que as cerejeiras florescem no Japão. Os alunos também participaram de oficinas com canetas 3D, produzindo réplicas das flores, e receberam chaveiros confeccionados em impressão 3D como lembrança da atividade.

A secretária municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ana Cláudia Klosouski, destacou que a ação reforça o compromisso da administração municipal com a democratização do acesso às tecnologias. “Todas as visitas que recebemos na Secretaria de Inovação são especiais, mas hoje tivemos um momento que realmente emocionou toda a equipe. Recebemos os alunos da APAE Rural para vivenciarem a tecnologia por meio da realidade virtual e das canetas 3D, dentro de um projeto sobre as cerejeiras. Mais do que apresentar ferramentas tecnológicas, mostramos que esses recursos precisam estar ao alcance de todos. A inclusão acontece justamente quando garantimos esse acesso, e esse sempre foi um compromisso da gestão do prefeito Denilson Baitala”, afirmou.

A professora responsável pelo projeto, Ivonete Cezimbra, explicou que a visita representa a etapa final de um trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo com as turmas da EJA-B e EJA-I da APAE Rural. “O nosso projeto se chama ‘Florescendo com a Diversidade’. Escolhemos esse nome porque as cerejeiras representam o florescimento, assim como o desenvolvimento dos nossos alunos, que possuem diferentes deficiências e potencialidades. Trabalhamos esse tema de forma interdisciplinar, envolvendo conteúdos sobre as estações do ano, ciências, geografia, história e língua portuguesa. A experiência de hoje complementa esse trabalho dentro do Projeto Agrinho, proporcionando aos alunos o contato com tecnologias que muitos de nós, professores, ainda não conhecíamos. Ver a alegria deles produzindo as próprias cerejeiras com a caneta 3D foi muito gratificante”, destacou.

Para a aluna Bruna Neuma, participar da atividade foi uma experiência marcante. “Foi maravilhoso participar. Foi uma honra estar aqui e aprender tantas coisas diferentes. Só temos a agradecer à professora Ivonete, à equipe da Secretaria de Inovação e, acima de tudo, a Deus por essa oportunidade. Foi um passeio muito importante para todos nós”, disse.

A diretora do Centro de Inovação, Jéssica Kiczevi, ressaltou que a atividade foi planejada para unir tecnologia e inclusão de forma prática e significativa. “A APAE Rural já desenvolvia um excelente projeto sobre as cerejeiras e procurou a Secretaria de Inovação para integrar a tecnologia a esse trabalho. Preparamos uma experiência imersiva para que os alunos conhecessem a cultura japonesa por meio da realidade virtual e também pudessem criar suas próprias cerejeiras utilizando canetas 3D. Além de vivenciarem novas tecnologias, eles levam para casa uma lembrança produzida por eles mesmos, tornando esse momento ainda mais especial”, explicou.

A iniciativa reforça o papel da tecnologia como ferramenta de inclusão e aprendizagem, proporcionando novas experiências aos estudantes e demonstrando como a inovação pode contribuir para o desenvolvimento educacional e social de pessoas com deficiência.

📬 Receba as notícias de MT no seu e-mail

Cadastre-se gratuitamente e receba os destaques da semana


    Compartilhar: WhatsApp Facebook X LinkedIn
    📬
    Fique por dentro de Paraná Receba as principais notícias no seu e-mail, gratuitamente.


      ← Anterior Guarapuava moderniza escolas com tablets, monitores e lousas interativas para alunos Próxima → Guaíra encerra primeiro semestre de projeto de saúde mental para educadores