domingo, 30 de agosto de 2026
Postado emEconomia, Paraná

Comitiva da Nigéria visita Sistema Ocepar para conhecer modelo cooperativista do Paraná

Publicidade
Comitiva da Nigéria visita Sistema Ocepar para conhecer modelo cooperativista do Paraná
Comitiva da Nigéria visita Sistema Ocepar para conhecer modelo cooperativista do Paraná

O Sistema Ocepar recebeu, nessa segunda-feira (24/08), uma comitiva com representantes do governo e do setor privado da Nigéria na sede, em Curitiba. O objetivo do grupo foi conhecer o modo de organização das cooperativas do estado para pensar estratégias para o modelo nigeriano.

Eles foram recebidos pelo superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, pela coordenadora de Economia e Mercado do Sistema Ocepar, Carolina Teodoro, e pelos analistas Nathalia Vieira, Alexandre Monteiro e Anderson Sartorelli.

Na abertura do encontro, Nelson Costa explicou a finalidade do Sistema Ocepar e das três organizações que o compõem: Ocepar, Fecoopar e Sescoop/PR, e detalhou como cada uma colabora para o desenvolvimento do modelo do negócio. “Desejamos boas-vindas e nos colocamos à disposição para qualquer informação que vocês necessitarem”, disse.

Aminu Nyako, gerente-executivo do Sebore Group, maior fábrica de laticínios da Nigéria, contou que o grupo atende cerca de 28 mil produtores na cadeia do leite e que, nos últimos anos, o governo identificou o potencial do setor leiteiro e busca auxiliar no seu progresso. A preocupação, atualmente, é com a sustentabilidade da cadeia a longo prazo. Por isso, surgiu o interesse em conhecer o mercado paranaense. “Sentimos a necessidade de nos organizar em cooperativas maiores para escalar o negócio, melhorar a produção e dar suporte aos produtores”, explicou. A viagem também inclui visita às cooperativas Frísia, em Carambeí, e Sicredi, em Ponta Grossa.

A coordenadora de Economia e Mercado falou sobre os números e a diversidade do cooperativismo paranaense, além de explicar o objetivo do Plano Paraná Cooperativo 300 (PRC 300) e do carimbo SomosCoop, criado em 2019 pelo Sistema OCB para caracterizar e diferenciar os produtos do cooperativismo. Em especial, falou sobre as cooperativas produtoras de leite e a intercooperação da Unium, que inclui Frísia, Castrolanda e Capal. “O diferencial do cooperativismo do Paraná é a visão de longo prazo, o planejamento”, disse. Cerca de 43% do leite produzido no Paraná vem das cooperativas.

Teodoro destacou ainda o investimento do Sistema Ocepar em capacitação de cooperados e funcionários (foram 15 mil pessoas atendidas no ano passado), os principais desafios – como a distribuição de energia no campo – e as projeções de investimentos das cooperativas do Paraná, principalmente no setor agroindustrial.

📬 Receba as notícias de MT no seu e-mail

Cadastre-se gratuitamente e receba os destaques da semana


    Compartilhar: WhatsApp Facebook X LinkedIn
    📬
    Fique por dentro de Paraná Receba as principais notícias no seu e-mail, gratuitamente.


      ← Anterior UEM abre seletivo para professores em 11 áreas da Medicina Próxima → Pinhão realiza 2ª Audiência Pública de Mobilidade para discutir trânsito e acessibilidade