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domingo, 30 de agosto de 2026
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Postado emLaranjeiras do Sul, Vida e Saúde

Laranjeiras do Sul reforça prevenção contra raiva animal após casos na região

Laranjeiras do Sul reforça prevenção contra raiva animal após casos na região
Laranjeiras do Sul reforça prevenção contra raiva animal após casos na região
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A Prefeitura de Laranjeiras do Sul e a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) intensificam ações de prevenção contra a raiva em herbívoros, após a identificação de abrigos de morcegos no município e a confirmação de casos em cidades vizinhas. Embora não haja registro da doença em Laranjeiras do Sul, a proximidade com focos ativos aumenta o alerta.

Em uma propriedade de Nova Laranjeiras, houve mortalidade de animais e o material foi coletado para exame. Municípios como Guaraniaçu, Quedas do Iguaçu e Rio Bonito do Iguaçu já tornaram obrigatória a vacinação dos rebanhos, enquanto Espigão Alto do Iguaçu e Nova Laranjeiras registram casos confirmados.

Na segunda-feira (10), representantes da ADAPAR e da administração municipal reuniram-se na sede regional para alinhar estratégias de prevenção, diagnóstico e comunicação. Participaram o diretor de Vigilância em Saúde, Luiz Gonzaga Zeferino Alves Jr., o secretário de Agricultura, Alcir Pires, o secretário de Administração, Valmir Viola, e um representante da Educação.

A chefe do escritório regional da ADAPAR, Cristiane do Rocio Kruger, explicou que o órgão monitora abrigos de morcegos hematófagos e apura suspeitas em animais. “A integração entre Vigilância em Saúde e ADAPAR conecta saúde humana, animal e ambiental, permitindo identificar e conter agravos com mais rapidez”, afirmou.

O secretário Alcir Pires pediu à população que informe focos de morcegos atacando animais. “Quem souber onde tem um foco, que venha até a ADAPAR para rastreamento”, disse. Ele reforçou que as equipes atuam em conjunto para aplicar os procedimentos corretos e evitar prejuízos ao rebanho.

A raiva é transmitida pela mordedura de morcegos hematófagos e é fatal após o surgimento dos sintomas. Em herbívoros, manifesta-se como raiva paralítica, com sinais como andar cambaleante, paralisia e salivação. A doença também pode atingir humanos, que devem procurar atendimento médico imediato em caso de contato com animais suspeitos.

As autoridades orientam os produtores a vacinar preventivamente os rebanhos, notificar imediatamente qualquer caso suspeito à ADAPAR e evitar contato com morcegos. O exame diagnóstico é gratuito e deve ser feito com animal morto, não sacrificado, para evitar resultados falsos. A vacinação protege os animais, a família e a comunidade.

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