O Ministério Público do Paraná deflagrou a segunda fase da Operação Dalila, que visa coibir o comércio e distribuição de cosméticos falsificados em Londrina.
Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais, incluindo guarda-volumes utilizados para armazenar produtos irregulares.
Os produtos de beleza apreendidos têm origem desconhecida, possuem rótulos falsificados e não contam com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), representando um grave risco à saúde dos consumidores.
A distribuição ocorria principalmente por meio de plataformas de comércio eletrônico, abastecendo profissionais da área da beleza e o público em geral.
Os investigados poderão responder pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, associação criminosa e crimes contra as relações de consumo.
